Sunday, August 7, 2011

Die german tour part 2

É melhor acabar a viagem depressa senão esqueço-me de tudo! :P
Como se lembram, a primeira paragem foi em Colónia. Chegámos ao fim do dia tarde, instalar, pedir mapa e ala que se faz tarde. A zona comercial é.... uma zona comercial, igual às outras. A diferença que se notou foi a presença de vários mendigos e pedintes, coisa que é muito rara aqui na Holanda (devem esconde-los melhor). Está uma pessoa a contemplar uma montra da H&M e olha-se para o lado, PIMBAS, uma catedralzorra, imponente, impressionante e um bocadinho sujinha :S Estava um cadito pretinha o que lhe tirou um cadito o encanto (não é piadinha racista!).

Estão a ver? Aquilo lá em cima carece de limpeza. Eles estavam a tratar do assunto, como os andaimes e outras observações o comprovam.
Está ali um que manda mais que os outros. Conseguem descobrir?
A ponte à la Eiffel está preenchida com um mural de cadeados, com corações e Fulano+Cicrano 4ever... Isso chama-se "Love padlocks" e foi o que as pessoas se lembraram de fazer para declarar o seu amor: meter um cadeado numa ponte, ponte essa que, espera-se, não vai a lado nenhum, logo, fazendo com que o amor declarado perdure para toda a eternidade. Coisa má linda, mas totalmente idiota! :P

oooohh xo xweet!
O passeio ao longo da margem do Reno é relaxado, fazendo lembrar um pouco o Adamastor. Gente esparramada por todo o lado, com a sua cervejola, muito bom ambiente. Ali se jantou o bom do Schnitzel, que não passa de carne de porco panada. Nada saudável, sabor também nada de por aí além. Meh. Já comi e está comido. Não me parece que vá repetir a experiência. Mais uma volta pelo down town e nada de especial. Achei Colónia uma cidade normal, vulgar, como qualquer cidade, com partes não muito bonitas e sujas, mas com a sorte de ter  uma catedral imponente. 
No dia seguinte, comemos um belo de um pequeno almoço e fomos a Bona, a casa do tio Ludovico. A casa onde o senhor nasceu, num sótão muito modesto, tornou-se agora um museu, recatado, nada de espampanante, com vários objectos pessoais do senhor, assim como os seus instrumentos e pautas originais escritas pela mão dele. Queria tanto tocar naqueles papéis!!!! Fui com o guia-áudio e valeu muito a pena. Sem aquilo, talvez tivesse achado um bocado rip-off pois como qualquer museu alemão que se preze, está tudo só em Alemão e o turista que compre o guia se quiser aprender alguma coisa. Em Portugal é igual... 
A visita ao centro agitado de Bona não desapontou, muita gente percorrendo as ruas de edifícios baixos, bem preservados, dando a sensação que se fez uma pequena viagem no tempo. 



Os dourados eram MESMO amerelos!
É o filho da terra e merece ser celebrado.
O almoço foi mais uma delicatessen da terra, desta vez um "Himmel und Äad", que é chouriço de sangue com puré de batata, puré de maçã e cebola frita. Alimento de campiões! 


Até era bom, mas se não fosse a maçã a desenjoar, a coisa tornava-se overwhelming. O companheiro de viagem comeu outro prato para vencedores de helterofilismo, costeletas de porco fumadas, com puré de batata e sauerkraut. Havia também o tal joelho de porco mas...nnnnã. Fica para a próxima!


O tempo estava merdoso e o resto do dia de volta a Colónia não foi muito impressionante... 
No dia seguinte rumou-se a Frankfurt. Tempo DE MERDA novamente, chuva, chuva, cinzento, triste. Quando chegámos, estava a decorrer a prova ds triatlo "Iron man" e estava tudo entupido ao pé do rio.


Lá serpenteámos pela multidão, comemos uma salsicha e um pretzel e provei o afamado "apfelwein", cidra mas a saber mais a vinho. 
O centro da cidade, para além de estar atafulhado de palanques e palcos e tralha, estava também um bocado escavacado, com obras e montes de entulho por todo o lado. O guia diz que o centro desta cidade foi totalmente arrasado pela guerra, mas quando o reconstruiram tiveram o cuidado de fazerem quase uma réplica perfeita do que era... Só lhes fica bem. Frankfurt é também o centro da economia europeia pelo que edifícios modernos, altos e espadaúdos competem com o skyline das várias igrejas e outros edfícios mais "maduros", gerando uma sensação de esquizofrenia que lhe dá carácter. 

Gostava de a voltar a ver sem aquela parafernália toda da competição e com um bocadinho de sol. Aposto que ia gostar mais. Comemos mais umas coisinhas, desta feita uma carne com um molho verde (Grüne Sosse) extraordinário! e um bocado de queijo em vinagre, com cebola e pão com manteiga (Handkäs mit Musik, nome muito romântico, sem dúvida) Não sei explicar... era muito estranho... o queijo tinha uma textura aborrachada, não sabia a grande coisa sem ser o vinagre e a cebola... not without its charm.

O último capítulo ficará para outro dia. Ficámos a dormir num hostel no red-light district da cidade. Muito deprimente e degradante, mas o Hostel era fixe! :) Tschuss!

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