Saturday, July 30, 2011

root canal

Durante uns meses da minha parca vida, fui assistente dentária. Foi giro. Aprendi muita coisa interessante e passei a saber o quanto full of shit é a classe dos dentistas em Portugal, o quanto overated e over-priced está o trabalho deles. E ainda mais me enfurecia o facto de o nosso país não ter nenhum plano de saúde oral, nem para as crianças! Só mesmo com muito sacrifício é que uma família da classe média portuguesa consegue aceder a uma boa "cramalheira"!
Aqui a coisa é um bocado diferente. Embora os seguros de saúde obrigatórios não sejam 5 tostões, até aos 18 anos todos os tratamentos, "revisões" e limpezas estão cobertas. Depois disso, há pacotes mais caros de seguro que incluem mais "ajudas" a nível dentário. 
De qualquer forma, só a título exemplificativo, uma coroa, em Portugal, custa exactamente o mesmo que aqui, e aqui o ordenado mínimo é apenas cerca de 3 vezes mais... Digam lá se não é revoltante??? Mais um grupo de gente, entre tantos outros, a sugar o português até ao tutano. 
Mas não foi para falar de lobbys que estou aqui. Quero partilhar a minha experiência à séria na visita ao dentista, sem ser as limpezas e check-ups regulares. Fui re-fazer uma desvitalização efectuada em Portugal em que tive de padecer a 3 sessões de extremo desconforto. Estava já outra vez a recear horas de boca aberta, o maxilar a saltar, coisas espetadas no meu dente e raio-x para aqui e para ali. 
Nada disso. 
Para já, a clínica é novinha em folha, tudo bonitinho, cheiroso e confortável. A cadeira inclina-se a ponto de ficarmos com a cabeça abaixo do nível do pés e com uma tv no tecto a passar Mr. Bean :) 
O médico começa por me explicar o que vai fazer (which I like) e isola-me o dente com uma banda de borracha, grande, que faz com que eu não tenha de estar sempre de boca escancarada, nem preocupada onde raio está a língua. Ou seja, o homem esteve ali mais de meia-hora de roda do dente e eu a ver o filme! Tirando o facto de ele ter deixado escorrer um bocado de lixívia para o céu da boca e de me ir vomitando, a coisa até não foi mal de todo. Percebi, muito surpresa, que o meu cérebro ainda retinha informações sobre os meus dias de assistência dentária e que os processos ainda são praticamente os mesmos, modernizaram-se alguns equipamentos, tornou-se o tratamento mais confortável... mas está tudo igual de há uns 10 para cá... Acho que dentária é um ramo esquecido pela ciência! :P 
Ao fim de 40 minutos, deu-se a coisa por completa, tudo de uma vez e numa fracção do tempo. Ok, o dente já não tinha nervo e a parte mais difícil já tinha sido feita, mas de qualquer modo, em Portugal, isto era coisa para demorar 3 ou mais sessões, cada uma delas a ser paga a peso de ouro, como não podia deixar de ser! O sô dotôri mostrou-me o único raio-x que tirou no final do procedimento e comparou com o anterior. Se fosse uma leiga total, aquilo não me ia dizer grande coisa e qualquer história que o gajo me contasse, eu comia. Acontece que consegui perceber que o trabalho dele não foi de todo perfeito, conseguiu chegar um bocadinho mais fundo numa raiz, a outra ficou igual e a amálgama do centro, ouch, deixou a desejar... :S Enfim, já estava em pé, de saída, não me ia pôr com merdas, além do mais isto é temporário. Em Novembro volto lá. 

Isto para dizer que há gente incompetente em todo o lado, mas uns são mais chulos que outros. 


Wednesday, July 27, 2011

Die German tour

Pois foi, fui ali à esquina uns dias e já voltei.
Não vos vou chatear muito com a coisa porque não vos quero aborrecer. E até vou partir o meu testemunho em algumas partes pois se escrever muito de cada vez, sei que vocês não têm pachorra para ler. Let's keep it simple and light, para regozijo de todos! 
Começo por pôr em contexto o quanto "especial" esta viagem foi.
Desde que me lembro de ser gente, até há uns 6 meses atrás, que nunca me tinha passado pela cabeça GASTAR férias na Alemanha. Sempre odiei a língua, nunca achei grande piada a salsichas, para ver cidades bonitas há muitas outras sem ter o fantasma do Holocausto a pairar (eu DETESTO o tema!), para ver paisagens bonitas há muitos outros sítios... ou seja, teria muitos outros sítios para ver antes de me dedicar à Alemanha.
Pois há uns 6 meses para cá, mudei de opinião radicalmente, por 3 muito fortes motivos:
1ª Hoje em dia, alemão para mim é uma língua melodiosa! Nada melhor que ouvir holandês todo o santo dia para pôr as coisas em perspectiva, não é?! 
2ª Toda a gente que conheço aqui já foi à Alemanha (como qualquer português que se preze também já foi a Espanha pelo menos uma vez na vida) e todos eles dizem maravilhas! Se bem que a experiência deles é mais "campestre", ou seja, caravana + bicicletas + tudo-o-necessário-traz-se-de-casa-para-não-gastar-dinheiro + tachos e comida (não vá a cozinha alemã ser boa!! e terem de a comer), toda a gente me aconselhou a visitar a Alemanha. 
3ª É já aqui tão perto!!
Lá me decidi a tirar uns diazinhos e rumei à Alemanha. 
Foi a minha primeira road-trip e como tal ainda tenho muito a aprender. Talvez planear a coisa sem ser de véspera, estudar melhor as distâncias, não me fiar só no guia que comprei e fazer um melhor trabalho de casa, ajuda! :P
O percurso que fiz foi:


Dia 1- saída de Spijkenisse, almoço em Maastrich, chegada a Colónia.
Dia 2- Bona (casa do Beethoven) e Colónia.
Dia 3- Frankfurt.
Dia 4- Baden-Baden - Road 500 pela Floresta Negra - Estugarda
Dia 5- Museu da Porche - Castelo Burg Eltz - Spijkenisse.


Posso resumir em algumas linhas as minha impressões gerais sobre estes meus novos vizinhos:
Os centros das cidades são cheias de história e povoadas de edifícios magníficos, maioria das vezes são réplicas do que havia antes da guerra, mas não faz mal. Pelo menos não encheram os centros de edifícios idiotas. Têm um ar cuidado, mas talvez tenha sido do tempo deprimente que apanhámos, não fiquei "in awe" como estava à espera.
A comida é.... ÓPTIMA!! Têm salsichas e couve fermentada, mas até isso é bom e é só o começo! Tudo em porções saudáveis, cheias de sabor e com preços extremamente razoáveis! Põe estas batatas e salsichas dos holandeses a um cantinho escuro!
O país é verde! Verde por todo o lado, nas autoestradas, nas cidades, nas montanhas, nos vales... Por onde quer que se olhe há verde, ou em bosques luxuriantes ou em plantações geometricamente cultivadas. 
Fiquei com água na boca para conhecer a Baviera, a zona dos Alpes e do Bodensee. Mi aguardem!


(por agora, fico por aqui. Vou pôr umas fotos para desenjoar)


Colónia, a catedral lá atrás.
Frankfurt: onde o novo e o velho se misturam.

à porta da sede do banco central europeu...
não há para aí uma notinha?

country road

"O" raio de sol! 

 A tal estrada B500

Estugarda. Cheia de vida! 

Dose cavalar de comer.  Era tudo bom!! 

querias, querias, batatinhas com enguias.

Castelo de capa de guia turístico.
Em obras e a chover  :( Mas cheguei lá!



Thursday, July 21, 2011

tudo aqui tão perto

Acho que ontem deu-me assim um "clique" e convenci-me, finalmente, que esta terra é mesmo pequena e está mesmo no centro do mundo!
Habituada à escala portuguesa e de estar localizada numa ponta, tenho a ideia que tudo é muito longe! No google maps, é só letras e parece que uma pessoa tem de andar muito para se chegar a qualquer sítio. É verdade e é mentira.
A minha realidade é bem diferente e talvez por ainda não me ter dedicado a traçar percursos de carro a partir de minha casa, não tinha presente na minha cabeça o quanto extraordinário é a coisa. Então vejam lá, de carro, daqui:
- até Bruxelas, são 1:45 h.
- até Colónia, são 2:45 h.
- até Berlin, são 6:50 h.
- até Paris são 4:50 h.
- até Londres 5:50 h, apanhando um ferry que sai do Hoek van Holland, a uns míseros 35 min.
- até Copenhaga, são 8:45 h. 
(a partir daqui, considero o avião!)
- até Estocolmo, 15:15 h.
- (o google maps não sabe o caminho para São Petersburgo...)
- até Barcelona, são 15:30h.
- até ao Montijo, 22:25 min. :P (not going to happen!)

Para quem me conhece, sabe que eu não aprecio muito fazer grandes viagens de carro. A maior que fiz foram 9 horas até Andorra que ia morrendo... :S
Mas coisas até 4-5 horas, repartidas por outros condutores, apreciando a viagem, parando onde e quando nos apetecer... até não me parece muito mau. Para as viagens mais longas, talvez vá optar pelo comboio, que sempre se evita aquelas horas mortas de check in e de ter de me despir/descalçar e de ser abusadamente apalpada :P
Mas para coisas meeeeeessmo longe, o aviãozinho é nosso amigo, e põe-nos em Wellington em 30 horas (e dois dias depois)! O que é isso?! pffff... :D


Amanhã vou montar-me no carro e vou ali à Alemanha comprar salsichas e ver catedrais, que é a versão europa-central de ir a Espanha comprar caramelos e ir à praia. 

Sunday, July 17, 2011

tree of life

Finalmente fui ver este filme, o vencedor da Palma de Ouro em Cannes deste ano. 
Para quem não viu: * SPOILER ALERT*
Por onde começar... 
Posso já dizer que o trailer é publicidade enganosa! Não é DE TODO uma história horizontal sobre a infância de um rapazinho, no seio de uma família cujo pai era uma besta, passada na década de 60. 
Começa bem... tudo muito sussurrado... (não percebia quase nada do que eles diziam!!! Que irritação!!)... perguntas religiosas, retóricas... hmmm, comecei logo a torcer o nariz...
Continua. Mete uma morte na família, e mais questões esotéricas emergem. De repente, somos inundados com imagens tiradas do cosmos, origin of life - for dummies. What the fuck is this? Comecei logo a dizer mal à vida! Cafagestes, que me enganaram e fizeram-me pagar quase 10€ para ver um filme cujo o público alvo são os red-necks americanos! GGGRRRRR... 
Obviamente que não me ia embora a meio do filme e estava muito curiosa para ver o que raio saía dali. 
Então foi assim: 

* É um filme com uma imagem MARAVILHOSA, planos MAGNÍFICOS, uma fotografia LINDA DE MORRER, em que apenas só a beleza das imagens nos emocionam, nos dão um quentinho cá dentro. 
* A história do rapazinho revoltado e da constante busca pelas respostas que a todos nos assombram... meh.... cliché!
* A presença constante de "deus", da moral e bons costumes, fez-me vomitar um pouco dentro da boca.  
*  Nos créditos, diz que tem o Sean Penn. O Sean Penn aparece em 5% do filme!- What a rip off!
* Falam todos sussurrando! HEY! há pessoas que não percebem as legendas em holandês! SPEAK UP!
* O Brad Pitt quando se quer armar em sério projecta o maxilar para a frente... :P

Se fosse os tomates podres... dava uma classificação de 60%, mais pela imagem. É daqueles filmes subjectivos que, dependente da altura da nossa vida que o vemos, poderá ter mais ou menos importância. Tem potencial de ser um grande filme, mas para mim... it just didn't make it. 

Wednesday, July 13, 2011

google +

Pronto.  Já tenho uma conta no mui infame Google +. Estava para aqui já a rosnar indignada por não compreender o que raio é que é preciso para ser convidada, se tinha de chupar alguma coisa a alguém, ou se tinha de ser nerd e geek daqueles mesmo hardcore, ou pertencer a uma aliança secreta, tipo uma maçonaria qualquer com rituais de iniciação assim para o marado... estava a ficar a receosa...  É que eu estava super-curiosa por saber que raio de círculos eram esses que me fartei de ler por essa internet fora, queria ter a minha opinião também, ora que raio! 
Mas eis que hoje fui bafejada com 2 e 3 convites que até andei de lado! Pimbas! Obrigada, amigos nerds, pois neste momento já faço parte do mundo outra vez! Fiquei muito contentinha e fui logo experimentar!
Acontece que aqui a je de nerd não tem lá muito e parecia um boi a olhar para um palácio... Mas o que raio é isto afinal? É mail? É Facebook? :S é tudo misturado... Isso requer toda uma nova mentalidade e estruturação de organogramas cerebrais. Ai ai... vou mas é esperar que saia a versão 'não-beta' e entretanto vou desapertando os parafusos deste "armário" quadrado para dar espaço para as bolhas... See you again in the future...


Tuesday, July 12, 2011

we get used to it...

we miss you too... but on our TV!
É uma piada gira, sim senhora! E para além disso, é fofinho, é melancólico, é bonito! Grande pacote!

Monday, July 11, 2011

inside a book...

Tenho pena de estar muito preguiçosa para ler. Tenho uma lista muito extensa de livros que gostaria de ler antes de morrer. Sou fã dos clássicos e quero lê-los TODOS! E se puder ir devorando mais uns outros livros e umas quantas revistas científicas pelo caminho, força! Haja cérebro!
Há uns bons 3-4 anos para cá que mal pego num livro. Tenho uns 5 livros a meio.... que vergonha... (emoticon com as bochechinhas rosadas). O PC ganha sempre... os feeds e a informação em 4 linhas vencem a minha attention span de mosca da fruta.
Tenho esperança de me voltar a encontrar. Espero que isto seja só uma fase...
Mas não foi por isso que estou para aqui a escrever este post. O título sugere algo que muito me apraz: o mundo imaginário. Livros de ficção, com descrições pormenorizadas dos cenários e das personagens são, para mim, algo que me delicia! Adorei os Maias. :P Está tudo dito ehehe! Adoro a parte "física" da história, a criação das coisas "palpáveis" que, ajudadas pelo autor e construídas pelas minhas próprias e únicas sinapses, vão-me acompanhando e desenvolvendo-se ao longo da narrativa. 
Pois aconteceu-me algo uma vez que DETESTEI e a partir daí tive sempre muito cuidadinho: Estava a ler um livro, ia meio, e por acaso, apanhei na TV a versão cinematográfica da coisa, que nem sequer sabia que existia... E destruiu-me completamente o livro! Não pela história, do facto de já saber o fim, nada disso: tudo o eu tinha imaginado, as cores, as caras das personagens, TUDO!, quando voltei a pegar no livro, passou a ser o filme! Como me odiei naquele momento! 
Estou a falar do '1984' de George Orwell. Na minha cabeça, o Big brother não tinha aquele ar de avôzinho-Estaline, nem havia john Hurt para ninguém, nem todo aquele ar deprimente de bairro social da ex-união soviética... Mas tinha de ser, não é, se não ninguém percebia... ARGH! 

Sunday, July 10, 2011

harry potter

The boy we love to hate. 
Sei que o nível de literatura desta série não é digna de Pulitzer mas vale pelo esforço da criação de todo um mundo surreal, cheio de fantasia, onde se pode deixar a imaginação andar à solta, nua e sem restrições (que badalhoquice!).
Li os 2 primeiros livros e comecei a reparar num padrão... humm... Deixei de os ler. Fui ver os filmes ao cinema, fui, admito, porque gosto de ir ao cinema e tinha curiosidade de ver se o cenário que eu tinha imaginado estava muito longe do que Holywood criou. 
Comprei o último livro e li-o, pois claro, como qualquer telenovela, queremos saber como que raio acaba a história, who gets the girl and what girl! 
Agora vem aí o último filme! Décadas e décadas (que exagero!) a construir esta apoteose e não o vou ver? Obviamente que vou! Tenho 33 anos, já algum juízo na testa, mas a criancinha 'tanha fia' dentro de mim, está para aqui a amuar a um cantinho, a pressionar-me para cagar para as merdices que tenho na cabeça e ver o raio do filme e deixar-me de tretas! 
Thank god for our inner child! 

a minha agenda

Só quero partilhar aqui a aridez da minha agenda. Parece o deserto do Sahara. E dá-me vontade de chorar... 
Daqui até aos meus anos (caso não saibam é dia 1 de Setembro), a minha agenda social tem ZERO eventos marcados. Eventualmente vou uns diazinhos à Alemanha de férias... e é isso.

Estou chocada? A culpa é de quem?? yeah yeah... talk to the hand! Just saying! É o meu blogue e eu escrevo o que quiser! 

Onde é que se escondem as boas, com bom gosto, divertidas pessoas desta terra? É como as bruxas... nunca as vi, mas que as há, há! 

Tuesday, July 5, 2011

Na Veneza do Norte

Dia do início de férias, esperava-se que sexta-feira, dia 1 de Julho, haveria filas de Km e Km. Mas não. Lá fomos todos os 4 enfiados numa casca de noz com destino a Bruges, na Bélgica, sendo por isso um fim-de-semana internacional! Ena ena! :P
Chegámos 5 minutos antes de fechar a recepção do hostel, fomos conhecer o quartinho fedorento que nos esperava e como ainda é muito de dia ás 10 da noite nesta terra, decidimos ir bater um bocadinho de chinelo para tirar umas medidas à terreola que nos recebeu. Já tudo um bocado deserto, só os fast foods e os cafés da praça principal estavam abertos, mas em breve tudo fechou. Ainda tivemos o prazer de conhecer um casal holandês, que meteu conversa connosco pois estavam curiosíssimos para saberem que raio de língua é que estávamos para ali a palrar. Já tinham ido a Lisboa e gostaram muito do Chiado e da estátua do Fernando Pessoa na esplanada da Brasileira :P (nota da autora: é muito frequente as pessoas perguntarem-nos que  língua é a nossa... deve soar tão giro a eles como o grrrrggrxxxrrrr de catarro deles nos soa a nós!).
Lá dormimos nos nossos colchões plastificados, com direito a uma casa de banho só para nós e tudo! Vivó luxo! Tomou-se o pequeno almoço (nada de banquete - snif - e eu que gosto tanto de enfardar nos pequenos almoços) e lá fomos desbundar a cidade! Aqui estão umas vistas:

Basílica do Santo sangue (ou lá como se traduz)
Por trás desta peça de prata, está um coágulo do
sangue do JC. Pois claro que está!
muita carruagem turística...
como vêem, a cidade é pequena. 
Na cervejaria da terra. Diz quem gosta que é boa... 
A mesma cervejaria:  ainda está em funcionamento e
 tem uma tour interessante. 


Veneza não era Veneza sem um passeio de barco, né?







A torre do filme em que o tipo se escarrapacha.
depois de 366 degraus....isto!
e isto!
e isto!
yey!
já cá em baixo. We survived! :P
Bruges é bonita, sim senhora. Está arranjadinha para o turista, vê-se tudo muito bem a pé pois o centro histórico é concentradinho (fora disso não tem lá muito interesse). Ainda fomos a uns quantos museus e posso dizer que não fiquei lá muito impressionada. Um bocado fracote, pouca informação, nada estimulante... E olhem que eu sou gaja de museus! 
Para quem conhece algumas terras Holandesas, Bruges não é grande novidade. Água, canais, casinhas bem arranjadas de tijolinho... um pacotinho muito agradável à vista, há que admitir!
Quanto à gastronomia, o chocolate é rei naquela terra: gouffres com chocolate preto, chocolaterias a perder de vista, tudo feito a sério como nos filmes (Chocolate) que despertam todos os sentidos... hhmmmm :D Já comi moules, pelo que experimentámos outras iguarias locais que, como esperado, não foi nenhuma explosão de sabores, fazendo lembrar a cozinha dos vizinhos holandeses. 

Moral da história: vale a pena a visita (um fim-se-semana é suficiente) mas se querem "Veneza" venham mas é cá (ou a Veneza propriamente dita). 

Monday, July 4, 2011

sabiam que...

...os holandeses são muito originais a dizer palavrões? Pois eles quando querem ofender uma pessoa, pegam nas doenças mais piores más e toca a ofender gritando em plenos pulmões "Tifóidoso" e, as mais populares, "Cancer whore", "get cancer and die" e "die to cancer". É só classe ou quê? 
Há mais, mas não apanhei... O pior é que essa segunda doença, é uma das maiores causes de morte nos países industrializados e a possibilidade de se estar ao lado de alguém que padeça desse mal é muito elevada... E depois ficam envergonhadinhos... Atão não é para ter pena?? :P
Esta gente mata-me!!!!!! eheheh